COMUNICADO PÚBLICO – AFAS
A AFAS – Associação de Famílias e Amigos dos Surdos vem denunciar publicamente uma situação grave de exclusão e discriminação ocorrida no Plenário da Assembleia da República.
No dia de ontem, durante o debate sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, a interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP) esteve ausente dos ecrãs do Plenário durante cerca de 30 minutos, impossibilitando o acesso à informação por parte de cidadãos surdos presentes na galeria.
É inaceitável que, na Casa do Povo, um debate sobre inclusão comece por excluir.
A Língua Gestual Portuguesa está reconhecida na Constituição da República Portuguesa desde 1997 e é protegida pela Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
A sua ausência não é um lapso técnico — é uma violação de direitos.
A LGP não pertence apenas às pessoas surdas.
Pertence a todos.
A AFAS exige:
• Presença permanente e visível da LGP em TODOS os ecrãs do Plenário;
• Procedimentos claros que impeçam futuras exclusões;
• Respeito pela terminologia correta: Língua Gestual Portuguesa e Pessoa Surda.
Quase 30 anos após o reconhecimento constitucional da LGP, não aceitamos retrocessos, nem silêncios institucionais.
A inclusão não se proclama.
Pratica-se.
AFAS – Associação de Famílias e Amigos dos Surdos
VIVA A LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA!
República Portuguesa #ComunidadeSurda #CODA #DireitosHumanos #Inclusão #LínguaGestualPortuguesa #cnpdpcj #CuidaBemDeMim #ParentalidadePositiva #Família #LGP #DireitosHumanos #Inclusão
#AssembleiaDaRepública #Portugal
#PS #PSD #CH #IL #BE #PCP #PEV #PAN #Livre #LínguaGestualPortuguesa #ComunidadeSurda #IntérpretesLGP #afasurdos #Autarquias
A AFAS – Associação de Famílias e Amigos dos Surdos vem denunciar publicamente uma situação grave de exclusão e discriminação ocorrida no Plenário da Assembleia da República.
No dia de ontem, durante o debate sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, a interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP) esteve ausente dos ecrãs do Plenário durante cerca de 30 minutos, impossibilitando o acesso à informação por parte de cidadãos surdos presentes na galeria.
É inaceitável que, na Casa do Povo, um debate sobre inclusão comece por excluir.
A Língua Gestual Portuguesa está reconhecida na Constituição da República Portuguesa desde 1997 e é protegida pela Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
A sua ausência não é um lapso técnico — é uma violação de direitos.
A LGP não pertence apenas às pessoas surdas.
Pertence a todos.
A AFAS exige:
• Presença permanente e visível da LGP em TODOS os ecrãs do Plenário;
• Procedimentos claros que impeçam futuras exclusões;
• Respeito pela terminologia correta: Língua Gestual Portuguesa e Pessoa Surda.
Quase 30 anos após o reconhecimento constitucional da LGP, não aceitamos retrocessos, nem silêncios institucionais.
A inclusão não se proclama.
Pratica-se.
AFAS – Associação de Famílias e Amigos dos Surdos
VIVA A LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA!
República Portuguesa #ComunidadeSurda #CODA #DireitosHumanos #Inclusão #LínguaGestualPortuguesa #cnpdpcj #CuidaBemDeMim #ParentalidadePositiva #Família #LGP #DireitosHumanos #Inclusão
#AssembleiaDaRepública #Portugal
#PS #PSD #CH #IL #BE #PCP #PEV #PAN #Livre #LínguaGestualPortuguesa #ComunidadeSurda #IntérpretesLGP #afasurdos #Autarquias
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