No dia 9 de maio de 2026, realiza-se no Fórum Lisboa – Casa da Cidadania em Lisboa a II Conferência “Família e Comunidade Surda”, integrada nas comemorações do Dia da Mãe e do Dia Internacional da Família.
Esta segunda edição dá continuidade ao diálogo iniciado na conferência anterior, aprofundando os desafios existentes entre famílias ouvintes e a Comunidade Surda, num contexto social ainda fortemente marcado pela norma ouvinte e pelo desconhecimento da Língua Gestual Portuguesa.
Sob o lema
“Da infância à velhice: uma luta que nunca termina –
A criança que fomos. O adulto que resistiu. O idoso que não pode ser esquecido.”,
a conferência propõe uma reflexão abrangente sobre direitos humanos, acesso linguístico e diversidade de percursos de vida, questionando porque continuam a existir desigualdades profundas no exercício de direitos que deveriam ser universais.
Um dos momentos centrais será a Homenagem a Maria Augusta Amaral, cujo trabalho marcou gerações, não só na defesa da educação das crianças e jovens surdos, mas também no apoio às famílias e na luta pelo reconhecimento da Língua Gestual Portuguesa na Constituição da República Portuguesa, enquanto membro da respetiva Comissão.
A conferência contará ainda com a intervenção de um psicólogo francês, que abordará o tema da Privação de Língua, um contributo fundamental para compreender os impactos sociais, emocionais e identitários resultantes da falta de acesso precoce a uma língua plena.
📌 Programa provisório disponível
📝 Abertura das inscrições: 1 de março
📅 Divulgação do programa definitivo: 23 de abril
Esta segunda edição dá continuidade ao diálogo iniciado na conferência anterior, aprofundando os desafios existentes entre famílias ouvintes e a Comunidade Surda, num contexto social ainda fortemente marcado pela norma ouvinte e pelo desconhecimento da Língua Gestual Portuguesa.
Sob o lema
“Da infância à velhice: uma luta que nunca termina –
A criança que fomos. O adulto que resistiu. O idoso que não pode ser esquecido.”,
a conferência propõe uma reflexão abrangente sobre direitos humanos, acesso linguístico e diversidade de percursos de vida, questionando porque continuam a existir desigualdades profundas no exercício de direitos que deveriam ser universais.
Um dos momentos centrais será a Homenagem a Maria Augusta Amaral, cujo trabalho marcou gerações, não só na defesa da educação das crianças e jovens surdos, mas também no apoio às famílias e na luta pelo reconhecimento da Língua Gestual Portuguesa na Constituição da República Portuguesa, enquanto membro da respetiva Comissão.
A conferência contará ainda com a intervenção de um psicólogo francês, que abordará o tema da Privação de Língua, um contributo fundamental para compreender os impactos sociais, emocionais e identitários resultantes da falta de acesso precoce a uma língua plena.
📌 Programa provisório disponível
📝 Abertura das inscrições: 1 de março
📅 Divulgação do programa definitivo: 23 de abril
Descrição de imagem – pessoas cegas
Cartaz da II Conferência “Família e Comunidade Surda”, com apresentação gráfica simples, composta por linhas e formas desenhadas, sobre fundo branco. O evento realiza-se a 9 de maio de 2026, no Fórum Lisboa – Casa da Cidadania, e inclui homenagem a Maria Augusta Amaral.
Na parte superior do cartaz, encontra-se um desenho de uma pessoa surda idosa a olhar para uma criança, simbolizando a frase “a criança que fomos”. Surge também o lema:
“Da infância à velhice: uma luta que nunca termina.”
Na parte inferior do cartaz, aparece outro desenho que representa o nome gestual de Maria Augusta Amaral, executado com a mão em forma de palma côncava, acompanhado do título:
“O legado que atravessa gerações.”
O cartaz informa que a língua oficial do evento é a Língua Gestual Portuguesa, com tradução para português e gesto internacional, e apresenta o programa provisório, que se lê da seguinte forma:
Programa (provisório):
II Conferência “Família e Comunidade Surda”
9 de maio de 2026
Manhã:
09h30 – 12h00 – Formação | Workshop
Tarde – Conferência e Homenagem:
Espaço lúdico para crianças, das 14h00 às 18h00
13h30 – Receção e acreditação dos participantes
13h45 – Sessão de abertura
14h00 – 16h00 – Painel temático: Família, direitos, diversidade de percursos e Língua Gestual Portuguesa
16h00 – 16h30 – Pausa para café
16h30 – 18h00 – Sessão de homenagem a Maria Augusta Amaral
18h00 – Sessão de encerramento
O cartaz indica ainda:
1 de março – Abertura das inscrições para a conferência e workshop
23 de abril – Divulgação do programa definitivo
Descrição de imagem – pessoas cegas
Cartaz da II Conferência “Família e Comunidade Surda”, com apresentação gráfica simples, composta por linhas e formas desenhadas, sobre fundo branco. O evento realiza-se a 9 de maio de 2026, no Fórum Lisboa – Casa da Cidadania, e inclui homenagem a Maria Augusta Amaral.
Na parte superior do cartaz, encontra-se um desenho de uma pessoa surda idosa a olhar para uma criança, simbolizando a frase “a criança que fomos”. Surge também o lema:
“Da infância à velhice: uma luta que nunca termina.”
Na parte inferior do cartaz, aparece outro desenho que representa o nome gestual de Maria Augusta Amaral, executado com a mão em forma de palma côncava, acompanhado do título:
“O legado que atravessa gerações.”
O cartaz informa que a língua oficial do evento é a Língua Gestual Portuguesa, com tradução para português e gesto internacional, e apresenta o programa provisório, que se lê da seguinte forma:
Programa (provisório):
II Conferência “Família e Comunidade Surda”
9 de maio de 2026
Manhã:
09h30 – 12h00 – Formação | Workshop
Tarde – Conferência e Homenagem:
Espaço lúdico para crianças, das 14h00 às 18h00
13h30 – Receção e acreditação dos participantes
13h45 – Sessão de abertura
14h00 – 16h00 – Painel temático: Família, direitos, diversidade de percursos e Língua Gestual Portuguesa
16h00 – 16h30 – Pausa para café
16h30 – 18h00 – Sessão de homenagem a Maria Augusta Amaral
18h00 – Sessão de encerramento
O cartaz indica ainda:
1 de março – Abertura das inscrições para a conferência e workshop
23 de abril – Divulgação do programa definitivo
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