📅 Publicado pela primeira vez pela AFAS em 1998, este livro continua tão urgente hoje como há 27 anos.
Emmanuelle Laborit, actriz surda profunda e neta do cientista Henri Laborit, deu voz – através da sua vivência – a milhares de pessoas surdas no mundo inteiro. Com apenas 22 anos, recebeu o Prémio Molière em 1993 pela sua atuação em Les Enfants du Silence, quebrando barreiras num mundo dominado pela escuta.
🌍 Mas o que mudou desde então?
A verdade é dura: a sociedade maioritariamente ouvinte continua afastada da comunidade surda e da Língua Gestual. A cultura surda segue invisibilizada. O acesso, o respeito e os direitos continuam a ser negados ou ignorados.
"O Grito da Gaivota" é mais do que um testemunho — é um apelo. Um relato íntimo e poderoso de uma criança que cresceu num mundo de silêncio forçado, e de uma mulher que se libertou através da Língua Gestual e da arte.
Este livro recorda-nos que o silêncio imposto não é paz — é exclusão.
📽️ Revê aqui o momento histórico em que Laborit recebe o Molière:
🔗 INA – Molière da Revelação Teatral
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👐 Cultura Surda é Cultura. Língua Gestual é Identidade.
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Emmanuelle Laborit, actriz surda profunda e neta do cientista Henri Laborit, deu voz – através da sua vivência – a milhares de pessoas surdas no mundo inteiro. Com apenas 22 anos, recebeu o Prémio Molière em 1993 pela sua atuação em Les Enfants du Silence, quebrando barreiras num mundo dominado pela escuta.
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A verdade é dura: a sociedade maioritariamente ouvinte continua afastada da comunidade surda e da Língua Gestual. A cultura surda segue invisibilizada. O acesso, o respeito e os direitos continuam a ser negados ou ignorados.
"O Grito da Gaivota" é mais do que um testemunho — é um apelo. Um relato íntimo e poderoso de uma criança que cresceu num mundo de silêncio forçado, e de uma mulher que se libertou através da Língua Gestual e da arte.
Este livro recorda-nos que o silêncio imposto não é paz — é exclusão.
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